feminina emerge no Brasil: a profissional consolidada que, mesmo diante da jornada tripla, busca a internacionalização para alcançar o topo da pirâmide corporativa. Dados recentes da MUST University, universidade americana que oferece programas de Mestrado e Doutorado 100% online para brasileiros, revelam que as mulheres já representam quase 68% do seu corpo discente.
O fenômeno vai além do gênero e aponta para uma maturidade profissional estratégica. De acordo com o perfil de matrícula da instituição, 71% destas estudantes têm entre 35 e 54 anos. Esse grupo é caracterizado por profissionais em meio de carreira que precisam equilibrar as pressões da ascensão executiva com a vida familiar.
Uma das pautas mais sensíveis do mercado brasileiro — a baixa representatividade feminina em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) — ganha um novo fôlego com os dados da universidade. Segundo dados da ONU, apenas 35% das matrículas nesses cursos são de mulheres. Contrariando a tendência histórica do setor, as mulheres dominam os programas de alta complexidade da instituição:
- Tecnologias Emergentes: 76% de presença feminina;
- Psicologia Organizacional: 73% de mulheres matriculadas;
- Gestão em Saúde: 70% de participação feminina.
“Esse movimento não é incidental, é estrutural. A instituição consolidou-se como um hub de avanço para a mulher profissional brasileira”, destaca Giulianna Carbonari Meneghello, presidente da MUST University. Atualmente, o Brasil é o motor desse crescimento, representando quase 98% das matrículas totais da universidade.
O levantamento também aponta uma alta taxa de sucesso: mais da metade das estudantes já concluiu seus cursos, gerando uma forte narrativa de superação e prontidão para o mercado de liderança. O crescimento é acelerado e recente: 74% de todas as estudantes mulheres iniciaram seus programas entre 2023 e 2025. Geograficamente, essa nova força de trabalho está concentrada no eixo econômico do Sudeste, com forte presença nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Os dados e cenários apresentados refletem uma nova realidade: a liderança feminina do futuro está sendo forjada pela combinação entre experiência de mercado e a busca ativa por competências globais, pavimentando um caminho sólido para a equidade nos níveis mais altos da hierarquia institucional.
Imagem: divulgação.