A adoção de inteligência artificial no setor de Manufatura avança no Brasil, mas ainda encontra barreiras de prioridade, orçamento e governança de resultados. É o que indica o estudo ‘Panorama IA nas empresas brasileiras’, encomendado pela TOTVS e conduzido pela H2R Insights & Trends. No recorte do segmento industrial, em resposta à pergunta “atualmente, a sua empresa faz uso de inteligência artificial?”, apenas 40% das empresas entrevistadas afirmam utilizar soluções de IA nas operações. O dado fica abaixo do resultado geral do estudo (50%) e do potencial de ganhos que a tecnologia pode trazer para a indústria, como eficiência, qualidade e redução de falhas, e reforça que a inteligência artificial, para muitas organizações, permanece na fase de experimentação.
O levantamento também aponta que, entre as empresas de manufatura que ainda não utilizam IA, o motivo predominante é a falta de prioridade: 60% citam esse motivo. Além disso, aparecem como fatores relevantes para a não adoção de IA a falta de orçamento (24%), o custo elevado de implementação (24%) e as preocupações com segurança e privacidade (24%). O cenário sugere que o desafio do setor não se resume ao acesso à tecnologia, mas envolve priorização executiva, clareza de casos de uso e condições para integrar IA a processos e sistemas industriais.
Outro dado chama atenção pela baixa capacidade de mensuração de resultados: no setor de manufatura, apenas 2% das empresas calculam ROI (Return on Investment) para o uso de IA, índice ainda mais baixo que o indicador geral do estudo (7%), que inclui outros segmentos. O resultado evidencia um gargalo generalizado — mas especialmente sensível na indústria, onde decisões de investimento costumam exigir justificativas financeiras e indicadores robustos de performance.
O estudo ‘Panorama IA nas empresas brasileiras’ foi desenvolvido para mapear o nível de adoção de IA nas empresas brasileiras, suas finalidades de uso, ferramentas implantadas e percepção de geração de valor, além de mensuração e familiaridade com conceitos emergentes. Foram realizadas 194 entrevistas, entre abril e maio de 2025, com organizações de diferentes setores e portes, buscando refletir a matriz econômica brasileira e o estágio atual da jornada de IA no país.
Por sua vez, a estratégia da TOTVS para acelerar a jornada de adoção de IA por parte dos seus clientes vai além. Nas últimas semanas, a companhia deu mais um passo em sua trajetória marcada por inovação, pioneirismo e protagonismo tecnológico, lançando ao mercado o primeiro foundation de IA B2B brasileiro, LYNN. O foundation reúne os ativos e recursos tecnológicos necessários para ampliar significativamente a capacidade da companhia de desenvolver agentes especializados, avançando na cadeia de valor e aumentando a relevância da companhia em seus clientes.
Para conferir o estudo ‘Panorama IA nas empresas brasileiras’ na íntegra, acesse o site.
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