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a de tradução corporativa mostra como tecnologia, orien-tações específicas e revisão profissional podem atuar de forma complementar

A inteligência artificial ampliou a velocidade e a capacidade de tradução de textos e documentos. No ambiente corporativo, porém, traduzir não significa apenas substituir palavras entre idiomas. É preciso considerar o contexto, a finalidade do material, o público, a terminologia utilizada, o grau de confidencialidade e os riscos envolvidos em cada conteúdo.

Desenvolvida a partir da experiência da Opportunity Translations, empresa brasileira que atua no setor de serviços linguísticos desde 2006, a Braivix é uma plataforma brasileira de tradução corporativa com inteligência artificial. A solução permite que o usuário informe o idioma de origem e de destino, a área de atuação, a finalidade do material, o estilo desejado, glossários e orientações específicas. Também traduz arquivos Word, Excel e PowerPoint, preservando a formatação dos documentos.

Essas informações ajudam a inteligência artificial a interpretar o contexto apresentado. Ainda assim, a tecnologia não substitui o julgamento humano diante de conteúdos ambíguos, sensíveis ou de maior risco. Documentos jurídicos, médicos, financeiros, farmacêuticos, industriais, oficiais ou estratégicos, por exemplo, podem exigir análise especializada, revisão profissional e controles adicionais.

“O futuro da tradução corporativa está na combinação entre autonomia, tecnologia, conhecimento linguístico e responsabilidade”, afirma Ana Carolina Silveira De Luca, sócia-diretora da Braivix e da Opportunity Translations.

Na Braivix, o fluxo principal é automatizado e atende demandas compatíveis com o autosserviço. O usuário pode configurar a tradução de acordo com as necessidades do documento e visualizar previamente o consumo estimado de créditos. Quando o material exige conhecimento técnico, revisão, tradução juramentada ou maior responsabilidade, a Opportunity Translations pode complementar o processo com profissionais especializados.

Para as empresas, adotar inteligência artificial na tradução não significa excluir a participação humana. A escolha entre automação e análise especializada deve considerar a finalidade, a complexidade e o nível de risco de cada documento. Conteúdos recorrentes e de menor complexidade podem ser traduzidos com mais rapidez, autonomia e previsibilidade de custo. Os riscos de imprecisão em conteúdos jurídicos, médicos, financeiros, técnicos ou estratégicos estão mais associados a ferramentas de inteligência artificial genéricas. Na Braivix, terminologia e glossários próprios tornam o resultado mais assertivo mesmo nesses casos, com a Opportunity Translations disponível para revisão profissional quando necessário.

“As empresas não precisam escolher entre inteligência artificial e tradução humana. Precisam entender qual recurso é mais adequado para cada tipo de documento e para o risco envolvido naquela comunicação”, afirma Ana Carolina Silveira De Luca, sócia-diretora da Braivix e da Opportunity Translations.

Segundo a executiva, a inteligência artificial interpreta o contexto do documento a partir das orientações do usuário — área de atuação, finalidade, estilo e terminologia —, o que reduz o risco de erros mesmo em conteúdos sensíveis. “Esse risco está muito mais associado a ferramentas de inteligência artificial genéricas, sem esse tipo de orientação. Na Braivix, esse cuidado resulta em traduções mais assertivas, inclusive em conteúdos jurídicos, médicos ou estratégicos”, explica Ana Carolina.

O cuidado também deve estar presente na escolha da ferramenta. A inserção indiscriminada de documentos corporativos em plataformas gratuitas ou abertas pode provocar inconsistências terminológicas, perda de significado e exposição de informações confidenciais. “O futuro da tradução corporativa está na combinação entre autonomia, tecnologia, conhecimento linguístico e responsabilidade”, acrescenta Ana Carolina.

Para aprofundar a discussão sobre os limites da inteligência artificial, os critérios para avaliar o risco de cada tradução e as situações em que a revisão profissional é indispensável, Ana Carolina Silveira De Luca está disponível para entrevistas e responder questões como:

  • Como a inteligência artificial identifica o contexto de um documento?
  • Quais informações o usuário deve fornecer para melhorar a tradução?
  • Em quais tipos de conteúdo a tradução automatizada é mais indicada?
  • Quando a revisão humana se torna indispensável?
  • Quais são os riscos de inserir documentos corporativos em plataformas abertas?
  • Como glossários e instruções ajudam a preservar a terminologia de uma empresa?
  • Rapidez e redução de custos podem comprometer a qualidade da tradução?
  • Quais erros ainda são mais frequentes em traduções realizadas por inteligência artificial?
  • Como a Braivix combina automação, conhecimento linguístico e proteção de informações?
  • Como as empresas podem definir o nível de controle adequado para cada documento?

Imagem: https://pt.vecteezy.com/foto/33066526-teclado-do-caderno-pc-bolso-e-trabalhos-fora-dificil

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