Os líderes da Microsoft, Satya Nadella e Mustafa Suleyman, falaram nesta semana sobre o desenvolvimento de uma IA que atenda às pessoas e permaneça sob controle humano. Hoje, a Microsoft amplia essa conversa, passando de como a IA é construída para como ela pode ser colocada em prática.
Kathleen Hogan, Chief Strategy & Transformation Officer, publicou o Microsoft’s Frontier Playbook, com base em centenas de iniciativas de transformação conduzidas dentro da empresa, incluindo os desafios iniciais, os resultados mensuráveis e as práticas que estão começando a ganhar escala.
Uma das principais lições é que adoção e economia de tempo não são os objetivos finais. A Microsoft chama a oportunidade mais ampla de Capability Add, que significa combinar conhecimento especializado e julgamento humano com IA para alcançar resultados que antes eram impraticáveis ou impossíveis.
Alguns exemplos:
- Em uma equipe de vendas, gerentes de contas desenvolveram novas capacidades para analisar pipelines, preparar negociações e aprofundar o entendimento sobre os clientes. A receita por gerente de conta cresceu 9,4% e as taxas de fechamento foram 20% maiores.
- O Camp AIR ajudou mais de 3 mil engenheiros a desenvolver novas capacidades em IA, enquanto equipes multifuncionais redesenham o trabalho real em conjunto.
- Na cadeia de suprimentos de nuvem da Microsoft, mais de 100 agentes estão apoiando as equipes responsáveis pelo planejamento na modelagem de cenários, na identificação antecipada de riscos e na tomada de decisões melhores — não apenas na execução mais rápida de etapas.
O playbook resume a experiência da Microsoft em três caminhos práticos que líderes podem adaptar: acelerar uma função, redesenhar um fluxo de trabalho de ponta a ponta e construir algo novo com IA desde o início.
Você pode ler o blog da Kathleen e o playbook completo aqui:
- Blog oficial no Microsoft Source.
- Microsoft’s Frontier Playbook: ms/MicrosoftFrontierPlaybook