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Assistentes inteligentes já começam a assumir funções de atendimento, mobilidade e turismo em cidades-sede do torneio, antecipando uma transformação que deve chegar às empresas de todo o mundo

A Copa do Mundo de 2026 promete entrar para a história não apenas pelo futebol, mas também pelo avanço da Inteligência Artificial (IA). Com partidas distribuídas entre Estados Unidos, Canadá e México, o torneio será um dos maiores testes globais de IA agêntica aplicada à experiência de milhões de pessoas em tempo real.

Em cidades-sede como Nova York e Frisco, no Texas, assistentes inteligentes já estão sendo utilizados para orientar turistas, sugerir roteiros personalizados, indicar opções de transporte, recomendar restaurantes e fornecer informações oficiais sobre o evento em diversos idiomas. Diferentemente dos chatbots tradicionais, esses sistemas são capazes de compreender contexto, integrar diferentes bases de dados e oferecer respostas personalizadas de forma autônoma.

Para Nicola Sanchez, CEO da Matrix Go, empresa especializada em IA agêntica e generativa, a Copa marca uma mudança importante na forma como a tecnologia será percebida pela sociedade.

“A Copa do Mundo que se aproxima mostra que a IA deixou de ser uma ferramenta experimental para se tornar uma infraestrutura digital capaz de atender milhões de pessoas simultaneamente. Estamos vendo os primeiros exemplos de agentes inteligentes atuando em larga escala e resolvendo problemas reais do dia a dia, por exemplo, qual a melhor rota de trânsito ou até mesmo indicar um bom restaurante”, afirma.

.Segundo o executivo, o que será testado durante o Mundial representa apenas uma pequena amostra do potencial da IA agêntica. A mesma tecnologia utilizada para orientar turistas pode ser aplicada em áreas como atendimento ao cliente, vendas, recursos humanos, suporte técnico e operações corporativas.

“Durante muitos anos as empresas utilizaram chatbots que apenas respondiam perguntas. Agora estamos entrando em uma nova fase, na qual agentes de IA entendem contexto, tomam decisões e executam tarefas de forma autônoma. A Copa será uma vitrine global dessa transformação”, explica Sanchez.

Na avaliação da Matrix Go, o evento também reforça uma tendência crescente: a substituição de interfaces tradicionais por assistentes inteligentes capazes de interagir em linguagem natural e integrar múltiplos sistemas simultaneamente.

“A pergunta não é mais se as empresas vão adotar agentes de IA, mas quando isso acontecerá. O que veremos na Copa provavelmente será replicado em diversos setores da economia nos próximos anos”, conclui o CEO.

Especializada no desenvolvimento de plataformas de IA agêntica para o mercado corporativo, a Matrix Go acompanha o avanço dessas tecnologias e aposta que grandes eventos globais funcionarão como catalisadores da adoção de agentes autônomos em escala empresarial.

Imagem: divulgação.

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